International Information Programs
eJournal USARevista Eletrônica do Departamento de Estado dos EUA, janeiro de 2007

Benefícios do Comércio
Custos do Protecionismo

Versão PDF de 'Benefícios do Comércio Custos do Protecionismo'
Foto da capa: © Mark Gibson/Index Stock/Corbis

A remoção das barreiras comerciais por meio da Organização Mundial do Comércio e de outras negociações promete tirar milhões de pessoas da pobreza no mundo todo. A manutenção de práticas protecionistas prejudica milhões de pessoas, em especial nos países em desenvolvimento, ao impedir a expansão econômica sustentada. Embora os países desenvolvidos precisem eliminar suas próprias práticas protecionistas, os países em desenvolvimento obteriam maiores benefícios com a remoção das barreiras protecionistas às importações uns dos outros. O protecionismo fortalece uma minoria politicamente determinada e, ao mesmo tempo, prejudica a maioria. Tanto o problema como a solução são políticos. Esta edição da eJournal USA traz artigos de autores de dentro e de fora do governo dos EUA e descreve os benefícios do comércio e os custos do protecionismo.

Introdução    
Leituras Adicionais    
Download versão Adobe Acrobat (PDF)     

Benefícios do Comércio, Custos do Protecionismo

ÍNDICE

Introdução
John Veroneau, vice-representante de Comércio dos EUA

Por que Liberalizar o Comércio?
Christina Sevilla, vice-representante de Comércio adjunta dos EUA
A abertura comercial estimula o crescimento e livra milhões de pessoas da pobreza.

Protecionismo e Política
Bruce Stokes, colunista de economia internacional do National Journal
Cedendo às pressões políticas, os governos protegem seus produtores contra as importações. Como o protecionismo é um problema político, a solução também deve ser política

Países em Desenvolvimento Precisam Abrir Seus Mercados
David Dollar, diretor do Banco Mundial para a China e a Mongólia
Para os países em desenvolvimento, metade dos benefícios oriundos das negociações comerciais multilaterais, atualmente emperradas, viria do maior acesso aos mercados uns dos outros.

Apaziguando os Temores dos Trabalhadores com Relação ao Comércio
David H. Feldman, professor de Economia da Faculdade de William e Mary
A maioria das mudanças nos locais de trabalho que resultam em perda de emprego pode ser atribuída aos avanços em tecnologia, mas é o aumento das importações que leva a fama.

A Lição Certa sobre Protecionismo
Gary Hufbauer, membro sênior, e Costantino Pischedda, assistente de pesquisa, do Instituto Peterson de Economia Internacional
Os países do Leste Asiático, com suas economias devastadas pela guerra, valeram-se por um breve período de tempo de políticas protecionistas para recuperar a economia, mas somente após a abertura de seus mercados às importações conseguiram expansão rápida e duradoura.
 
TEMAS RELACIONADOS
Revistas Relacionadas

Um Modelo Claro de Reforma
Jonathan Kimball, diretor para a Europa Central e o Sudeste Europeu no Departamento de Comércio dos EUA
A diferença no desenvolvimento econômico entre vários países do antigo bloco soviético que abriram seus mercados e alguns poucos que não o fizeram é nítida e reveladora.

Como a OMC Combate o Protecionismo
Carla A. Hills, presidente e diretora executiva da Hills & Company
A OMC é a maior defesa do mundo contra o protecionismo.

Leituras adicionais

Bibliografia

Recursos na Internet

Benefícios do Comércio, Custos do Protecionismo

eJournal USA

eJournal USA:
Perspectivas Econômicas
Volume 12, Número 1, Janeiro de 2007


O Bureau de Programas de Informações Internacionais do Departamento de Estado dos EUA publica cinco revistas eletrônicas com o logo eJournal USAPerspectivas Econômicas, Questões Globais, Questões de Democracia, Sociedade e Valores e Agenda de Política Externa—que analisam as principais questões enfrentadas pelos Estados Unidos e pela comunidade internacional, bem como a sociedade, os valores, o pensamento e as instituições dos EUA.

A cada mês é publicada uma revista nova em inglês, seguida pelas versões em francês, português, espanhol e russo. Algumas edições também são traduzidas para o árabe, o chinês e outros idiomas se necessário.

As opiniões expressas nas revistas não refletem necessariamente a posição nem as políticas do governo dos Estados Unidos. O Departamento de Estado dos EUA não assume responsabilidade pelo conteúdo nem pela continuidade do acesso aos sites da internet para os quais há links nas revistas; tal responsabilidade cabe única e exclusivamente às entidades que publicam esses sites. Os artigos, fotografias e ilustrações das revistas podem ser reproduzidos e traduzidos fora dos Estados Unidos, a menos que contenham restrições explícitas de direitos autorais, em cujo caso é necessário pedir permissão aos detentores desses direitos mencionados na publicação.

O Bureau de Programas de Informações Internacionais mantém os números atuais e os anteriores em vários formatos eletrônicos, bem como uma relação das próximas revistas em http://usinfo.state.gov/pub/ejournalusa.html. Comentários são bem-vindos na embaixada dos EUA em seu país ou nos escritórios editoriais:

Editor, eJournal USA: Perspectivas Econômicas

IIP/PUBS
U.S. Department of State
301 4th St. S.W.
Washington, D.C. 20547
United States of America

E-mail: eJournalUSA@state.gov

Editor Jonathan Schaffer
Editor-gerente Bruce Odessey
Editora de cópias Kathleen Hug
Editora de fotografia Ann Monroe Jacobs
Ilustração da capa Diane Woolverton
Especialista em referências Linda Johnson
Editores colaboradores Jaroslaw Anders
Paul Malamud
Andrzej Zwaniecki
____________________
Redator-chefe George Clack
Editor executivo Richard W. Huckaby
Gerente de produção Christian Larson
Assistente de gerente de produção Sylvia Scott
Produtora Web Janine Perry
Revisora de português Marília Araújo
____________________
Conselho editorial Jeremy F. Curtin
Janet E. Garvey
Charles N. Silver
Jeffrey E. Berkowitz

Back to Top


       Este site é produzido e mantido pelo Bureau de Programas de Informações Internacionais do Departamento de Estado dos EUA.
       Os links que levam a documentos de outros sites não devem ser interpretados como um endosso dos pontos de vista neles contidos.