INTRODUÇÃO Elaine L. Chao |
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Em 12 de junho comemora-se a quarta edição do Dia Mundial contra o Trabalho Infantil. Esse dia especial foi escolhido para aumentar a conscientização sobre os milhões de crianças de todo o mundo forçadas a ir para o trabalho em vez de freqüentar escola. Esse dia também traz esperança ao destacar os numerosos programas e políticas existentes para pôr fim às piores formas de trabalho infantil e mandar milhões de trabalhadores infantis de volta para a sala de aula. Como disse o presidente George W. Bush, “todos os pais e mães em todas as sociedades desejam que seus filhos tenham educação, liberdade e uma vida sem violência e miséria”. Mas no mundo todo há um número excessivo de crianças envolvidas em trabalho que lhes rouba a infância e prejudica seu desenvolvimento físico e mental. Isso é verdade especialmente com relação a crianças que são obrigadas a participar de conflitos armados ou sofrem exploração sexual comercial. O Dia Mundial contra o Trabalho Infantil deste ano enfocará um problema que ainda não recebe atenção suficiente: os cerca de um milhão de crianças que trabalham em pequenas minerações e pedreiras em todo o mundo. Essas crianças enfrentam exploração cruel, trabalhando muitas horas no subsolo, expostas a partículas nocivas do ar e a toxinas perigosas. Alguns jovens são forçados a manejar explosivos, tarefa perigosa e assustadora que requer treinamento por especialista e excelente habilidade até dos adultos, quanto mais de crianças. Esta publicação analisa diversas questões que vão das causas do trabalho infantil às medidas adotadas pelos governos para deter o tráfico de crianças. Destaca as estratégias inovadoras empregadas por países latino-americanos, africanos e asiáticos para oferecer melhores perspectivas a suas crianças. Não podemos devolver a essas crianças o que lhes foi tirado. Entretanto, podemos trabalhar juntos para ajudar a resgatá-las e criar ambientes em que as famílias possam prosperar sem pôr em risco os membros mais jovens e mais vulneráveis da sociedade.
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