eJournal USA

Mais Segurança, Pouca Inconveniência

Jimmy Chan
RJP Limited
Hong Kong

The United States in 2005: Who We Are Today

ÍNDICE
Sobre esta edição
Introdução
Decifrando o Código de Vistos
Do Outro Lado do Guichê de Vistos
Inspetores de Fronteiras: Primeiros a Proteger, Primeiros a Acolher
Alguma Coisa para Todo Mundo
Viagem Musical pelos Estados Unidos
Galeria de Fotos photo icon
Tesouros Americanos
Educação de Padrão Internacional e Oportunidade de Conhecer os EUA
A Grande Oportunidade de Sua Vida: Admissões Internacionais a Faculdades Americanas
Educação Superior nos EUA: Aspecto Financeiro
"Uma Decisão da Qual Você nunca se Arrependerá"
"Uma Experiência Maravilhosa"
"Uma Grande Oportunidade"
Para Fazer Negócios nos EUA Atualmente
"Eu Entro e Saio sem Problemas"
"Mais Segurança, Pouca Inconveniência"
Bibliografia
Sites na internet
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Jimmy Chan
Jimmy Chan

Assim como a maioria dos empresários chineses de Hong Kong, preciso fazer viagens internacionais de tempos em tempos para minha empresa de importação e exportação. Em maio passado, visitei os Estados Unidos por uma semana para me encontrar com alguns de meus contatos comerciais.

O vôo de Hong Kong para Chicago foi tranqüilo, porém longo, e aterrizei de manhã bem cedo no horário de Chicago, o que significava que na Ásia já era noite. Fui para a área de controle de passaportes e entrei na fila do balcão de entrada de visitantes. Como havia cerca de 30 a 40 pessoas na minha frente, tive de aguardar pacientemente pela minha vez.

Vi que estávamos organizados em fila única com dois funcionários nos dirigindo ao balcão apropriado. Tudo estava andando e não havia caos algum. Uma policial ásio-americana estava na equipe de segurança designada para aquela área.

Um aviso advertia para não ligar os celulares pois caso alguém o fizesse poderia ter seu aparelho confiscado! Uma vez que já estava fora do avião, fiquei um pouco confuso sobre essa restrição e não consegui imaginar porque o uso do celular seria um problema. Desde então aprendi que essa é outra precaução de segurança.

Levei cerca de 15 minutos para chegar ao começo da fila e ser levado a uma funcionária da imigração que me fez algumas perguntas. Satisfeita com minhas respostas, ela pediu que eu colocasse meus dedos indicadores direito e esquerdo em uma tela, um de cada vez, para o escaneamento eletrônico de impressões digitais. Segui as instruções, ela carimbou meu passaporte da RAEHK (Região Administrativa Especial de Hong Kong) e autorizou minha entrada nos Estados Unidos. Todo o processo transcorreu sem problemas e levou de dois a três minutos.

Embora não seja necessário fazer o escaneamento das minhas impressões digitais quando viajo a outros países, sinto que essas medidas extras exigidas pelos Estados Unidos me causam apenas uma pequena inconveniência a mais. Não creio que meus dados pessoais colhidos pelas autoridades americanas representem qualquer risco para mim pessoalmente ou para meu país. Além disso, ao exigirem tais dados de todos os visitantes a segurança de sua terra natal é garantida.

Como cidadão chinês morando em Hong Kong, lembro-me de que também sofremos prejuízos com os ataques terroristas de onze de setembro. Em minha opinião, é também de nosso interesse ver que os Estados Unidos continuam sendo um país seguro e próspero para seus cidadãos. Como visitante, o ônus pago por mim agora ao fazer a minha parte para que haja mais segurança é mínimo, e estou feliz em assumi-lo.

See You in the U.S.A.