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eJournal USA

Sobre Esta Edição

Repensando a Ajuda Internacional

ÍNDICE
Sobre Esta Edição
As Diversas Faces da Ajuda
O Espectro da Assistência Externa dos EUA
Um Novo Cenário Assistencial
Transformando a Diplomacia — e Vidas
Heart Fund Salva Vidas de Crianças
História em Fotos photo icon
Uma Conexão com a Guatemala
EUA Criam Fundo Público-Privado de Ajuda a Mulheres e Crianças Refugiadas
Filtro para Retirar Arsênico da Água Leva Esperança a Milhões de Pessoas
Diáspora Etíope Ajuda Assistência Médica do Seu País
Crianças Panamenhas Beneficiam-se com Visita de Navio-Hospital Americano
Corpo da Paz Adapta-se a um Mundo em Mudança
Alpinista Americano Constrói Escolas no Paquistão e no Afeganistão
Recursos na Internet
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COVER PHOTOS Clockwise from upper left: A Peace Corps volunteer in Guatemala. (Courtesy of Peace Corps) Two boys in Honduras. (Courtesy of USAID) In Osu, Ghana, a volunteer from the Presbyterian Church of Fredericksburg, Virginia, and library workers process books at a new library sponsored by the church. (© Milton McNatt) A laborer’s child at a construction site in India. (© AP Images/Rajesh Kumar Singh)

Na Enciclopédia Britânica, os primeiros programas de assistência externa remontam ao século 18, quando a Prússia e outras potências européias subsidiavam seus aliados militares. A ajuda externa como conhecemos hoje — transferência de recursos para melhorar o bem-estar do povo de uma nação beneficiada — começou para valer após a Segunda Guerra mundial com o Plano Marshall, a ajuda econômica dos Estados Unidos aos países da Europa Ocidental, e com a fundação de instituições multilaterais como as Nações Unidas, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial.

No século 21, o montante da ajuda externa anual combinada chegou perto dos US$ 70 bilhões. Segundo algumas estimativas, ele já totaliza US$ 1,5 trilhão desde 1960. E, no entanto, a pobreza, a fome e o subdesenvolvimento ainda perduram. A pergunta inevitável é por quê?

Esta edição de eJournal USA oferece explicações dos principais analistas sobre como os Estados Unidos e outras nações do mundo continuam a combater esse problema. De que maneira a assistência externa foi estruturada, condicionada, distribuída? O que foi tentado e o que funcionou? Como a nova "diplomacia transformacional" descrita pela secretária Rice moldou o modelo de ajuda externa dos EUA e em que esse modelo difere dos outros?

Esta edição também descreve alguns esforços — lançados pelo governo dos EUA, por cidadãos americanos e por parcerias entre ambos — para ajudar os necessitados. Do Corpo da Paz ao navio médico USNS Comfort e dos americanos da Etiópia que juntam recursos para abrir uma clínica médica em Adis Abeba ao cidadão extraordinário que trabalha com líderes locais para construir escolas para meninas no Paquistão e no Afeganistão, essas histórias ilustram como cada um de nós pode descobrir um meio de ajudar.

Em nosso ensaio geral, o professor Paul Collier, da Universidade de Oxford, explica e critica os muitos modelos de distribuição que nações, ONGs e outras organizações utilizam para conseguir verbas quando necessário. Muitos desses modelos, segundo ele, não funcionaram conforme o esperado, mas os profissionais da área parecem ter aprendido com essas experiências. Collier também descreve um possível modelo alternativo para assistência externa no futuro.

Steven Radelet, ex-subsecretário adjunto no Departamento do Tesouro dos EUA, oferece uma sinopse detalhada dos programas de assistência externa dos EUA. Como esses programas fornecem dinheiro, commodities e conhecimento técnico, distribuídos por intermédio de fontes e iniciativas públicas, mistas e privadas, o escopo dos esforços americanos combinados nem sempre é totalmente compreendido.

Carol Adelman, membro sênior e diretora do Centro para a Prosperidade Global do Instituto Hudson, discorre sobre o papel cada vez mais importante do capital privado nos esforços dos EUA para ajudar os pobres do mundo e acelerar o desenvolvimento global.

Esperamos que esta edição possa dar uma idéia da energia, determinação e criatividade que estão sendo aplicadas para aliviar e, realmente, superar alguns dos problemas mais difíceis do mundo.

— Os editores

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