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De cidades pequenas a extensas e influentes áreas metropolitanas, empresas, governos locais, cientistas e cidadãos comuns dos Estados Unidos estão desenvolvendo inovações que tornam a vida das pessoas mais saudável, fácil, próspera ou simplesmente mais interessante. Aqui está uma amostra dos principais pontos de inovação nos Estados Unidos.
Boise, Idaho: Inovação em emprego (em vermelho no mapa) Boise, a maior cidade de Idaho, é o centro comercial e financeiro da região dos Estados Unidos conhecida como Northern Rockies (Montanhas Rochosas do Norte). Uma das áreas metropolitanas americanas de crescimento mais rápido, Boise liderou a nação no crescimento per capita do emprego em 2006. Grandes empregadores, como a Micron Technology e a Hewlett-Packard, juntamente com novas empresas, continuam a gerar empregos na região. Em 2006, Boise foi considerada uma das “Cidades Mais Criativas dos Estados Unidos”. São Francisco, Califórnia: Inovação em alta tecnologia (em roxo no mapa) O Vale do Silício, localizado na parte sul da Baía de São Francisco, ganhou esse nome devido ao grande número de fabricantes de chip de silício para computador estabelecidos no local. A área, que se tornou famosa durante o boom da alta tecnologia dos anos 1990, permanece o pólo de alta tecnologia dos Estados Unidos. Empresas inovadoras, como Google, Apple, Yahoo e eBay, ali criaram raízes, assim como um grande número de empresas de baixa tecnologia e de mídia digital e de investidores capital de risco. Em 2006, os residentes da Califórnia — pessoas físicas e jurídicas — receberam 15% de todas as patentes concedidas nos Estados Unidos. Austin, Texas: Inovação em força de trabalho (em azul-petróleo no mapa) Dos moradores de Austin, 75% têm menos de 45 anos e cerca de 50 mil estudantes freqüentam a Universidade do Texas, localizada na cidade. Uma empresa de Austin, a Applied Materials, está aproveitando a população jovem e empregando apenas universitários na fabricação de máquinas usadas na produção de semicondutores. Ao fazer isso, e com os empregos de manufatura se tornando mais complexos, a Applied Materials — e Austin — terão uma oferta cada vez maior de trabalhadores com especialidade na área. Austin também tem o maior número per capita de locais nos Estados Unidos onde o público pode acessar a internet de graça. Cidade de Nova York: Inovação digital (em azul no mapa) Nos últimos anos, as áreas da Cidade de Nova York conhecidas como Beco do Silício — Alta Manhattan, Brooklyn, Queens e Ilha Staten — respaldaram o crescimento de uma indústria de alta tecnologia e novas mídias de US$ 9,2 bilhões (comunicando-se com os clientes basicamente através da internet). O programa Digital NYC auxilia na construção e na remodelagem de locais para escritórios acessíveis com acesso rápido à internet. Em conseqüência, a Cidade de Nova York oferece às empresas centenas de milhares de quilômetros de cabos de fibra ótica instalados, permitindo comunicação rápida com clientes no mundo todo. Chicago, Illinois: Inovação ambiental (em verde no mapa) Chicago é bem conhecida como líder dos EUA em transporte, telecomunicações e finanças. Durante os últimos anos, a cidade também se tornou líder em inovações ambientais. Chicago tem 233 mil metros quadrados de “telhados verdes” redutores de calor — camadas de material vegetal que cresce diretamente sobre os telhados. Esse número representa mais do que o total de todas as outras cidades americanas juntas. O Parque Millenium, inaugurado em 2004, é um exemplo de última geração de um moderno espaço urbano verde de US$ 475 milhões. Raleigh-Durham, Carolina do Norte: Inovação em pesquisa (em amarelo no mapa) De microbiologistas a designers de software, a área de Raleigh-Durham abriga profissionais altamente especializados e empregados que trabalham para as várias grandes empresas — como a IBM — que ali estabeleceram suas principais instalações de pesquisas. Com uma das mais altas concentrações per capita de diploma de doutorado nos Estados Unidos, Raleigh-Durham fica próxima de três universidades importantes: Universidade Duke, Universidade da Carolina do Norte e Universidade Estadual da Carolina do Norte.
As opiniões expressas nestes comentários não refletem necessariamente a posição nem as políticas do governo dos EUA. | |||
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